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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Centro



Cinelândia

Cinelândia

Cinelândia

Cinelândia

Cinelândia: Bonde

Cinelândia: Venda de Refresco

Cinelândia

Presidente Vargas e Central do Brasil

Canal do Mangue

Campo de Santana - 1983
Avenida Presidente Vargas - Lado esquerdo o Edifício Balança

Canal do Mangue

Campo se Santana
Centro - Avenida Presidente Antonio Carlos. Trecho: Rua Santa Luzia na altura  da Rua da Ajuda

Centro - Avenida Rio Branco - Portal

Assinatura da Lei Áurea pela princesa Isabel
Campo de Santana

Avenida Presidente Vargas - Parada 7 de setembro

Centro- Avenida Presidente Vargas sendo Pavimentada






Rio Branco

Rio Branco com Presidente Vargas

Rio Branco : Hotel Avenida - Atualmente Edifício Central

Hotel Avenida









Hotel Avenida


Palácio Tiradentes

Rua Primeiro de Março - Século XIX - Biblioteca Nacional.

Reparem no bonde no centro da foto e uma barraquinha de conveniências do lado direito. Imaginem flanar por essa paisagem...Rio antigo...
 — em Rua Primeiro de Março.
Rua Visconde de Itaúna 117. Casa da Tia Ciata. 



Cortiço na Rua do Senado, Centro. 1906. Foto: Augusto Malta. — 



Avenida Central (atual Rio Branco) em direção à Praça Marechal Floriano. 
Da direita para a esquerda, o edifício nº 38-40-42 (propriedade da Mitra Arqui-Episcopal do Rio de Janeiro), a esquina com a Rua Teófilo Ottoni e o edifício da Companhia Docas de Santos (projetado por Ramos de Azevedo). 
Editor: desconhecido. 
Sem data.

Rua Primeiro de Março
No canto esquerdo, a Igreja da Santa Cruz dos Militares. À direita, a esquina com a Rua do Ouvidor. Ao fundo, a Igreja de São José (ao centro) e a Igreja da Ordem Terceira do Carmo (à direita). 
Editor: desconhecido.
Sem data.


Arco do Teles, Centro, anos 1960. Localiza-se na Praça XV. Marco arquitetônico na história da cidade, é o que resta da antiga residência da família Teles de Menezes. Dá acesso à Travessa do Comércio. A sua construção é datada do século XVIII, para comunicar à antiga Praça do Carmo (atual Praça XV) e a Rua da Cruz (atual Rua do Ouvidor). O nome pelo qual é conhecido deve a sua origem aos Teles de Menezes, proprietários de prédios no local. Em 1790 um incêndio destruiu a maior parte da casa dos Teles de Menezes, restando apenas a parte que hoje constitui o Arco do Teles. Último dos muitos arcos que outrora existiram na cidade, fica sob os prédios de números 32 e 34, construídos segundo projeto do brigadeiro José Fernandes Pinto Alpoim. À época dos vice-reis era frequentado por toda a sociedade carioca, que ali acorria atraída pela devoção a uma imagem de Nossa Senhora dos Prazeres, colocada em um nicho no interior do arco. Constitui-se num arco abatido, com forro de madeira e ombreiras de cantaria. Foto: José Joaquim de Sousa - acervo: IBGE.


Prédio da estação Central do Brasil, Centro, em 1957. A mesma teve um prédio construído em 1858 para inaugurar a linha da Estrada de Ferro Central do Brasil, a "Estação do Campo". Com o tempo teve seu nome alterado para estação da Corte e, mais tarde, Dom Pedro II. A estação hoje se chama Central do Brasil devido à antiga ferrovia extinta em 1971 por decisão da RFFSA. Este já era o nome informal da estação, e passou a oficial depois das filmagens do filme a que esta deu nome, que teve cenas rodadas na estação e concorreu ao Oscar, com Fernanda Montenegro na disputa pelo prêmio de melhor atriz, em 1998. O prédio construído em 1858 foi reformado anos mais tarde e finalmente demolido nos anos 1930, para dar lugar ao atual, em razão das obras de eletrificação e expansão do sistema. Dela hoje saem composições de diversas linhas, ligando o Centro aos demais bairros da zona norte e oeste da cidade do Rio de Janeiro, e também aos municípios da Baixada Fluminense, inclusive a Linha Saracuruna, do qual originalmente saíam da garagem de Barão de Mauá, por pertencerem à antiga Estrada de Ferro Leopoldina. Em 1943 foi inaugurado o prédio em estilo Art Déco com relógio de quatro faces. Foto: Tibor Jablonsky - acervo: IBGE.


Largo da Carioca, em 1950. À direita, o prédio do Liceu de Artes e Ofícios. Logo atrás, o Hotel Avenida. Já à esquerda, o prédio da loja "A Exposição". Este logradouro foi o que mais sofreu alterações urbanísticas.






UM PASSEIO NO TEMPO – PRAÇA XV EM 1620

Em 1590, a Ermida de N. Sra. do Ó passou a abrigar, por um curto período, os recém-chegados monges da Ordem do Carmo que logo obtiveram como doação o então morro de Manuel de Brito, atual Morro de São Bento. Não muito tempo depois vieram os frades beneditinos que gostaram do lugar à beira mar. Acabaram por conseguir a doação da dita ermida e de uma vasta área em volta. Em 1619, os frades iniciaram a construção de seu Convento do Carmo. Com o recuo do mar através de pequenos, mas sucessivos aterros e com a construção de casas do outro lado da rua, como a casa da família Teles de Menezes, foi-se delineando o Terreiro do Carmo. Posteriormente, foi instalado no mesmo terreiro o pelourinho, ou polé, quando passou a ser denominado Terreiro do Polé.

Fonte: armazéns de dados da prefeitura e IPP (Instituto Pereira Passos). Artista: Carlos Gustavo Nunes Pereira - GUTA
OBS: A obra de arte é uma reconstrução gráfica idêntica como o Rio de Janeiro seria na época.

Exposição do Centenário da Independência 1922 -Augusto Malta


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