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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Ilha do Governador

Ilha do Governador - Ponte Velha




Jardim Guanabara (Ilha do Governador), zona norte da cidade do Rio de Janeiro, anos 1930. O bairro surgiu quando do loteamento do terreno da extinta Fábrica de Produtos Cerâmicos Santa Cruz. Em 1903, a Companhia Lavoura e Colonização (de São Paulo), depois Empresa Cerâmica Santa Cruz, adquiriu do coronel Elias Antônio de Moraes, a sua fazenda da Conceição, de 4.600.000 m², para transformá-la na maior fornecedora de tijolos para as grandes obras do governo Rodrigues Alves, no Rio de Janeiro, chegando a exportar seus produtos. O paulista Joaquim Sampaio Vidal fez com que a grande fábrica de cerâmica se transferisse para o ramo da urbanização e dos loteamentos, demolindo-a, para o início de seu primeiro projeto de urbanização, já como "Companhia Imobiliária Santa Cruz", surgindo em 1936 o "Jardim Guanabara", compreendendo metade da Praia da Bica, os morros da Mãe d’Água (75 mts) e da Bica (62 mts), até a Rua Cambaúba (antiga Rua 30), atingindo a Estrada do Galeão, onde um centro comercial e a nova sede da Companhia seriam construídas. O Jardim Guanabara tem duas importantes áreas de lazer: o Iate Clube Jardim Guanabara (fundado em 1953) e o Parque Municipal Marcello de Ipanema (criado em 1995), ocupando área verde na orla contínua à Ponta de Santa Cruz, entre as Praias da Bica e do Engenho Velho. Como atração histórica, a Igreja de Nossa Senhora da Conceição (do século XVIII), contrastando com o movimento noturno na Praia da Bica, procurada pelos seus quiosques e restaurantes. É praticamente todo residencial, e abrange majoritariamente as classes alta e média-alta, possuindo amplos apartamentos, grandes casas e mansões. Na foto a Praça Jerusalém

Cidade Universitária, zona norte da cidade do Rio de Janeiro, anos 1950. A Ilha da Cidade Universitária, amplamente conhecida como Ilha do Fundão, foi criada a partir da aplicação de aterro a um arquipélago de oito ilhas durante a construção do campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) na década de 1950. Primitivamente, o arquipélago era formado por três grandes ilhas: Ilha do Fundão (área correspondente ao Hospital Universitário Clementino Fraga Filho); Ilha do Bom Jesus da Coluna (Centro de Tecnologia, da Faculdade de Letras e da atual base do Exército Brasileiro) e Ilha da Sapucaia (Reitoria, do Parque Tecnológico do Rio e da Vila Residencial). Na Cidade Universitária estão concentradas a maioria das unidades acadêmicas e administrativas da UFRJ em uma área superior a cinco milhões de metros quadrados. Importantes empresas e centros de pesquisa compõe o seu parque tecnológico, como: Petrobras, Eletrobrás, General Eletric, Usiminas, IBM, FMC Technologies, Repsol, Halliburton, Tenaris Confab, entre outros. Foto: Esso Standard do Brasil - acervo: IBGE.

Zumbi (Ilha do Governador), zona norte da cidade do Rio de Janeiro, anos 1930. Localidade surgida da ocupação gradativa do entorno do Saco de Jequiá, área alagadiça e embocadura do canalizado e submerso Rio Jequiá. "A foto de hoje foi tirada da esquina da “Rua Formoza do Zumby”, na época a via principal do bairro, onde se localizavam as repartições públicas (Correios , Delegacia, Limpeza Urbana e o SAPS) e nos mostra uma série de prédios que tiveram papel importante : no primeiro, à direita, na esquina com a Rua Gaspar de Souza, funcionou no início dos anos 30 o primeiro cinema da Ilha , cujo nome se perdeu... O prédio atualmente abriga uma loja de materiais de construção.
A seguir a Sapataria Pereira (com o toldo) , cujo anúncio nos bondes da Ilha dizia : “Quem corre, cansa ! Sapataria Pereira, Praia do Zumbi 82”. Mais adiante, na esquina, o Armazem “Flor do Zumby”, do Zé do Valle, uma típica “Venda” do interior. Comprava-se desde macarrão e mortadela cortada à mão, até tamancos. O último prédio à esquerda era o da Leiteria Zumby , até hoje no local, porém transformado em lanchonete. O calçamento das ruas por onde trafegava o bonde era uma necessidade, porém somente em meados da década de trinta foram iniciados os trabalhos de pavimentação com paralelepípedos, mostrados nesta foto. Note- se também que o mar vinha até a calçada, bem próximo as construções". - Texto de Jaime G. Moraes, retirado do blog <http://fotolog.terra.com.br/ilhadogovernador:48>

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