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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Copacabana


Vista da Igrejinha de Nossa Senhora de Copacabana. Alguém sabe onde é ? 
(Arquivo Biblioteca Nacional) — com Igreja de NS de Copacabana.




Boate Flag, Copacabana. 1969. Do Flickr Carioca da Gema. Foto: Paulo Fonseca. 






UM PASSEIO NO TEMPO – COPACABANA EM 1893.

Copacabana é, sem dúvida, uma das mais famosas praias do mundo e, ao longo de sua história, já teve sua beleza apresentada sob uma infinidade de pontos de vista, por incontáveis artistas.
Essa histórica beleza pode ser contada também em imagens que nos levam a um agradável passeio no tempo, desde seus primórdios com o extenso areal, aos frenéticos dias de hoje, passando pelo bucólico balneário que no início do século XX,
já encantava os viajantes.

Chamada de Sacopenapan – o caminho batido pelos socós – pelos índios tupinambá que habitavam o Rio de Janeiro até o século XVI, a Copacabana original era uma vasta planície arenosa com vegetação típica de restinga. Ocupada apenas por pescadores, além de algumas poucas fazendas de subsistência, a região manteve seu aspecto original praticamente inalterado até o fim do século XIX. Durante quase todo esse tempo, a ladeira do Leme permaneceu como o único acesso terrestre à região. Nos anos 1850, foi aberta a ladeira do Barroso, atual ladeira dos Tabajaras, facilitando um pouco mais o contato com o bairro de Botafogo e o restante da cidade. Mas quem se dispunha a enfrentar a dificuldade do acesso, acabava premiado por uma visão de deslumbrante beleza.

No começo do século XVII, os pescadores ergueram uma pequenina igreja no promontório de pedra do atual Forte de Copacabana. Anos mais tarde, uma cópia da imagem da Virgem de Copacabana, trazida das margens do lago Titicaca, na Bolívia, por mercadores de prata, foi entronizada ali. O nome é de origem andina: “copac” significa azul e “cahuana” mirante, depois em espanhol, Copacabana. Não se conhece a data da fundação da igrejinha original, mas sabe-se que em 1732 ela se encontrava em ruínas. Ao que parece, anos mais tarde, o bispo D. Antonio do
Desterro melhorou a antiga construção. Em 1858, foi novamente reformada e ampliada. A igreja que daria nome ao bairro desapareceu definitivamente em 1919 com a conclusão das obras do Forte de Copacabana.

Uma das trilhas primitivas utilizadas pelos romeiros que buscavam a igrejinha era chamada de “caminho que vai para N. S. de Copacabana”, dando nome à atual avenida. No meio da praia, em pleno descampado, havia o conjunto das pedras do Inhangá – três pequenos morros de granito, que praticamente dividiam o bairro em dois, Copacabana, ao sul, e Leme ao norte. Uma delas desapareceu completamente, dando lugar à pérgula do Copacabana Palace e as outras duas, já bem reduzidas, estão hoje ocultadas pelos prédios.

Fonte: armazéns de dados da prefeitura e IPP (Instituto Pereira Passos). Artista: Carlos Gustavo Nunes Pereira - GUTA
OBS: A obra de arte é uma reconstrução gráfica idêntica como o Rio de Janeiro seria na época.
De: Especial Rio Antigo



UM PASSEIO NO TEMPO – COPACABANA EM 1893.

Copacabana é, sem dúvida, uma das mais famosas praias do mundo e, ao longo de sua história, já teve sua beleza apresentada sob uma infinidade de pontos de vista, por incontáveis artistas.
Essa histórica beleza pode ser contada também em imagens que nos levam a um agradável passeio no tempo, desde seus primórdios com o extenso areal, aos frenéticos dias de hoje, passando pelo bucólico balneário que no início do século XX,
já encantava os viajantes.

Chamada de Sacopenapan – o caminho batido pelos socós – pelos índios tupinambá que habitavam o Rio de Janeiro até o século XVI, a Copacabana original era uma vasta planície arenosa com vegetação típica de restinga. Ocupada apenas por pescadores, além de algumas poucas fazendas de subsistência, a região manteve seu aspecto original praticamente inalterado até o fim do século XIX. Durante quase todo esse tempo, a ladeira do Leme permaneceu como o único acesso terrestre à região. Nos anos 1850, foi aberta a ladeira do Barroso, atual ladeira dos Tabajaras, facilitando um pouco mais o contato com o bairro de Botafogo e o restante da cidade. Mas quem se dispunha a enfrentar a dificuldade do acesso, acabava premiado por uma visão de deslumbrante beleza.

No começo do século XVII, os pescadores ergueram uma pequenina igreja no promontório de pedra do atual Forte de Copacabana. Anos mais tarde, uma cópia da imagem da Virgem de Copacabana, trazida das margens do lago Titicaca, na Bolívia, por mercadores de prata, foi entronizada ali. O nome é de origem andina: “copac” significa azul e “cahuana” mirante, depois em espanhol, Copacabana. Não se conhece a data da fundação da igrejinha original, mas sabe-se que em 1732 ela se encontrava em ruínas. Ao que parece, anos mais tarde, o bispo D. Antonio do
Desterro melhorou a antiga construção. Em 1858, foi novamente reformada e ampliada. A igreja que daria nome ao bairro desapareceu definitivamente em 1919 com a conclusão das obras do Forte de Copacabana.

Uma das trilhas primitivas utilizadas pelos romeiros que buscavam a igrejinha era chamada de “caminho que vai para N. S. de Copacabana”, dando nome à atual avenida. No meio da praia, em pleno descampado, havia o conjunto das pedras do Inhangá – três pequenos morros de granito, que praticamente dividiam o bairro em dois, Copacabana, ao sul, e Leme ao norte. Uma delas desapareceu completamente, dando lugar à pérgula do Copacabana Palace e as outras duas, já bem reduzidas, estão hoje ocultadas pelos prédios.

Fonte: armazéns de dados da prefeitura e IPP (Instituto Pereira Passos). Artista: Carlos Gustavo Nunes Pereira - GUTA
OBS: A obra de arte é uma reconstrução gráfica idêntica como o Rio de Janeiro seria na época.




Praça do Lido, Copacabana, em 1948. Anteriormente denominada Praça Vinte e Seis de Janeiro, a Praça do Lido só passou a ser conhecida por seu atual nome quando, depois de uma intensa reforma, o espaço ganhou o balneário-restaurante Lido, sede das festas do centenário da independência. Nesta época, o local ganhou também um posto de pronto-socorro, o jardim e um rinque de patinação. Em 1928 o prefeito do Distrito Federal, Prado Júnior, construiu no lugar do Restaurante Lido um pavilhão normando, que durante muitos anos foi ponto elegante da cidade, onde era possível jantar e dançar ao som da orquestra Colman. A praça fica entre as Ruas Ronald de Carvalho e Belfort Roxo e Avenidas Nossa Senhora de Copacabana e Atlântica. Fonte: http://www.todorio.com/rio/copacabana/pracadolido.

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