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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Jardim Botânico

Aquário Parque Lage
Parque Lage
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Parque  Lage - 2009 - Foto tirada por mim




PARQUE LAGE - Residência dos Lage. Outrora palco de encontros sociais como bailes e reuniões.



Parque Lage 
O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal.[1] Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família.[2]
Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni.[2] Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.[1]
No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.[2]
Entretanto, endividado com o Banco do Brasil por conta de negócios feitos com esta instituição financeira, Henrique Lages precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou parte de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.[2]
Na década de 1960 parte do terreno chegou a ser comprada pelo empresário Roberto Marinho para a construção da sede da TV Globo[3] entretanto toda a propriedade foi desapropriada e convertida em um parque público. No palácio funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage,[4] criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.
Em 1967, Glauber Rocha usou a construção em estilo eclético como sede do governo da cidade de Alecrim, no fictício país de Eldorado, cenário de Terra em Transe, filme estrelado por Paulo Autran, José Lewgoy, Glauce Rocha e Jardel Filho, entre outros.


Jardim Botânico - D.João VI quando veio para o Brasil, por causa da invasão francesa em Portugal; decidiu desapropriar a Fazenda de Cana de Açúcar da Lagoa Rodrigo de Freitas para criar uma fábrica de pólvora e defender a Cidade do Rio de Janeiro.

Em 1931 a fabrica foi transferida para Petrópolis.
Juntamente com a construção da fábrica foi criado um jardim para cultivo e adaptação das plantas especiarias orientais.

A Palmeira Imperial que preenche toda a fachada do Jardim Botânico tem esse nome por que foi plantada por D. João.

De início chamou-se de Horto Real e, serviu para aclimatizar várias espécies da Ásia, América Central e México; como por exemplo a jaqueira e o abacateiro.

A partir de 1822-data da independência do Brasil- passou a ser aberto à visitação. Com a chegada do bonde- 1871 -a visitação aumentou e o bairro se desenvolveu rapidamente com instalações de indústrias têxteis,alimentos, fumo e bebidas.






Jardim Botânico, zona sul da cidade do Rio de Janeiro, em 1958. O bairro do Jardim Botânico leva esse nome por ser a localização do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, instituição científica criada em 1808 com a chegada de D. João VI ao Brasil. Há uma expressiva quantidade de vegetação, por consequência do bairro abrigar o Parque Lage, o histórico Jardim Botânico do Rio de Janeiro, que batizou o bairro, e parte da Floresta da Tijuca. Todos estes fatores dão ao bairro um grau de vegetação raro em uma cidade grande. É um bairro de classe média-alta. Abriga a sede do jornalismo da Rede Globo. Localiza-se, também, as sedes de alguns clubes esportivos e sociais, como: sede esportiva do Jóquei Clube Brasileiro, sede náutica do Clube de Regatas Vasco da Gama, Sociedade Hípica Brasileira, entre outros. Na foto vemos a principal via do bairro: a Rua Jardim Botânico. Também vemos o Parque Lage (parte inferior direita), parte dos bairros Humaitá e Lagoa (Fonte da Saudade), a própria Lagoa Rodrigo de Freitas e, na parte superior direita, o bairro Ipanema. Foto: Tomas Somlo - acervo: IBGE.

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