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sábado, 3 de agosto de 2013

Morro do São Carlos



Morro de São Carlos, Estácio, em 22/01/1933. É considerada uma das comunidades mais antigas da cidade, sendo que sua ocupação remonta ao início do século XX, assim como também é considerada um dos berços do samba, devido à extinta escola de samba ou rancho carvavalesco Deixa Falar, fundada por moradores. Um fazendeiro teria comprado terras próximas ao mangue, atual Praça Onze, onde teria tido suas criações de gado, e toda a sua família, após à sua morte, teria continuado a morar no local. Muitos anos depois seu trineto começou a lotear o local para imigrantes. O local foi denominado Morro de Santos Rodrigues, por causa da antiga capela que havia no local (esta capela estava localizada onde hoje é a atual Capela de Santo Antônio de Pádua). Com o passar dos anos pessoas que não tinham onde morar foram ocupar os pequenos lotes do Morro de Santos Rodrigues. Com a evolução da cidade do Rio de Janeiro, começaram a mapear o Morro de São Carlos. A denominação advém da sua principal rua, a São Carlos, que corta o morro ao meio em quase toda a sua extensão. O Morro de São Carlos foi, no alvorecer do século XX, um dos redutos da boemia carioca. Ismael Silva fundou a primeira Escola de Samba (?) da cidade, a Deixa Falar. Tancredo da Silva Pinto também viveu no São Carlos durante toda a vida. Outros artistas e personalidades estão ligados à comunidade como por exemplo: Luiz Gonzaga Jr. ou Gonzaguinha, filho de Luiz Gonzaga, o rei do Baião, Luiz Melodia, cantor e compositor, Ângela Maria, atriz e cantora, Grande Othelo, ator, Madame Satã, Aldir Blanc, compositor, André Filho (compositor de "Cidade Maravilhosa"), Dominguinhos do Estácio, intérprete de samba-enredo e o compositor Herivelto Martins.

Foto: Augusto Malta.

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